Skip to footer
Marriner S. Eccles Federal Reserve Board Building
Photo: Illustrative image — Photo: AgnosticPreachersKid, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

businessBREAKING

André Lara Resende quer conselho para levar Selic a 7,5%

André Lara Resende propõe conselho fiscal e monetário para levar a Selic a 7,5% ao ano

Updated 2 min read

Key points

  • O economista propõe que a Selic comece em 7,5% ao ano, com redução gradual anunciada pelo BC em 12 meses.
  • A proposta fixa a Selic entre a meta de inflação de 3% ao ano e o crescimento nominal potencial do PIB, em torno de 5,5% ao ano.
  • Segundo o economista, a medida reduziria as despesas do governo com juros em 4% do PIB ao ano.

Why it matters. Se adotada, a proposta poderia reduzir as despesas do governo com juros e restabelecer a credibilidade fiscal de longo prazo, segundo o economista.

O economista André Lara Resende publicou, em 25 de setembro de 2026, no Substack, o artigo “Eu acuso”, propondo um novo órgão para fixar metas fiscais e monetárias. A Selic começaria em 7,5% ao ano, com spread de 2 pontos percentuais acima da faixa entre a meta de inflação de 3% e o PIB potencial de cerca de 5,5% ao ano. Lara Resende estima economia de 4% do PIB ao ano em juros, e Alexandre Schwartsman, ex-diretor do BC, vê risco de recessão em 2027 maior sem corte de gastos.

Latest updates

André Lara Resende quer conselho para levar Selic a 7,5%

O economista André Lara Resende defende a redução da Selic, a taxa básica de juros, para 7,5% em 12 meses. Ele publicou, em 25 de setembro de 2026, o artigo “Eu acuso: uma proposta para eliminar os juros absurdos” na plataforma Substack. Lara Resende, um dos formuladores do Plano Real, cita a TFNP (Teoria Fiscal de Nível de Preços), à qual já havia se referido anteriormente, para defender que a atual política monetária do BC (Banco Central) é ineficaz para reduzir a inflação. Ele propõe isto: novo órgão – o CFMN (Conselho Fiscal e Monetário Nacional) seria responsável por estabelecer as metas fiscais e monetárias por período de 4 a 5 anos à frente; meta de juro – o CFMN estabeleceria metas para a inflação, como faz hoje o CMN (Conselho Monetário Nacional), e meta para a Selic; alta do PIB – a Selic ficaria entre a meta de inflação, atualmente em 3% ao ano, e o crescimento nominal potencial do Produto Interno Bruto, “que hoje seria em torno de 5,5% ao ano”; spread de segurança – o economista propõe 2 pontos percentuais acima, algo que “seria periodicamente reavaliado e reduzido até ser eliminado”. A meta de juro inicialmente ficaria em 7,5% ao ano; prazo de 12 meses – seria anunciado pelo BC para a redução gradual da Selic em direção à meta; atuação no câmbio – o BC evitaria a excessiva valorização do dólar ante o real com a saída de recursos do país. “Com US$ 350 bilhões de res.

Sources