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Bancos centrais aceleram compra de ouro e reduzem reservas em dólar
Bancos centrais aceleram compra de ouro e reduzem reservas em dólar para mitigar riscos geopolíticos.
Key points
- O Goldman Sachs estimou compras de 79 toneladas de ouro em agosto, superando quatro vezes a média mensal anterior a 2022.
- A China adquiriu aproximadamente 25 toneladas de ouro em agosto, sendo o maior comprador identificado publicamente.
- O banco central da Holanda moveu 86 toneladas de ouro para Londres para facilitar o acesso e a negociação em momentos de estresse.
Why it matters. A redução da dependência do dólar e a diversificação do armazenamento de ouro podem refletir a crescente instabilidade geopolítica global.
Bancos centrais aumentaram a compra de ouro globalmente devido à incerteza geopolítica. O Goldman Sachs estima que 79 toneladas foram adquiridas em agosto, com a China comprando cerca de 25 toneladas no mesmo mês. O banco central da Holanda transferiu 86 toneladas de Nova York e Ottawa para Londres em setembro para garantir liquidez em crises.
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Bancos centrais aceleram compra de ouro e reduzem reservas em dólar
Bancos centrais ao redor do mundo aumentaram a compra de ouro para um nível quatro vezes maior do que a média registrada antes de 2022. O movimento visa diversificar a custódia de reservas em resposta a tensões geopolíticas crescentes, como as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio. Há uma queda notável na confiança no sistema financeiro liderado pelo dólar americano. A tendência indica uma busca por ativos reais para proteger a estabilidade econômica nacional.


