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Bolsa antes da eleição: vale carregar ações do último pregão até segunda-feira?
Investidores decidem se mantêm ações no último pregão antes do segundo turno para capturar movimentos pós-eleições.
Key points
- O risco de carregar posições no fim de semana inclui o gap de abertura, que impede a execução de ordens de stop loss.
- Victor Hugo Riffel afirma que o aumento da volatilidade dobra o risco financeiro se a quantidade de ações for mantida.
- Eduardo Tellechea Cairoli sugere focar em assimetrias e evitar a concentração em papéis que reagem similarly a juros e risco fiscal.
Why it matters. A decisão de manter ações pode gerar lucros na abertura de segunda-feira, mas expõe o investidor a perdas bruscas sem possibilidade de ajuste durante o fechamento do mercado.
Investidores avaliam na sexta-feira (23) se devem manter posições em ações até segunda-feira para capturar movimentos pós-eleições. Victor Hugo Riffel, da Ável, alerta que a volatilidade aumenta o risco financeiro e anula a eficácia do stop loss durante o gap de abertura. Eduardo Tellechea Cairoli, da Privatto, recomenda a seleção de assimetrias em vez de maximizar a exposição, enquanto Jason Vieira, da Lev, prevê reações fortes no mercado dependendo do vencedor e do cenário fiscal.
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Bolsa antes da eleição: vale carregar ações do último pregão até segunda-feira?
Último pregão antes do segundo turno coloca trader diante de uma decisão: zerar posições na sexta ou atravessar a votação exposto ao risco de gap e a uma possível reprecificação dos ativos The post Bolsa antes da eleição: vale carregar ações do último pregão até segunda-feira? appeared first on InfoMoney . Publicidade A sexta-feira (23) será o último pregão antes do segundo turno das eleições. Para quem opera na Bolsa, a sessão traz uma decisão que vai além de tentar antecipar se o mercado vai subir ou cair: vale terminar o dia comprado em ações e carregar essa posição até segunda-feira? A estratégia pode permitir ao investidor capturar já na abertura um eventual movimento favorável depois das urnas. Mas também significa atravessar o fim de semana com o mercado fechado, sem conseguir ajustar a posição caso as expectativas mudem. Para quem faz day trade , o risco termina quando a operação é zerada na própria sexta. Para quem carrega a posição por mais de um pregão — o chamado swing trade —, parte importante do risco começa justamente depois do fechamento. Há ainda um complicador: muitas ações ligadas à economia doméstica já acumularam fortes altas entre o primeiro e o segundo turno. Assim, mesmo que determinado cenário esperado pelo mercado se confirme, parte desse movimento pode já estar incorporada aos preços. O dilema para sexta-feira, portanto, envolve duas perguntas: quanto.