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Edifício "Sede" do Banco Central do Brasil em Brasília (cropped).jpg
Photo: Banco Central do Brasil, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons

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Calendário econômico da semana: Copom, trabalho e eleições nos EUA são destaques

Copom decide na quarta-feira (04) a taxa básica de juros, sua primeira decisão após as eleições presidenciais.

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Key points

  • O Copom anuncia a decisão sobre a taxa básica de juros às 18h30 de quarta-feira (04).
  • O Caged deve mostrar projeção de 150 mil vagas de emprego formal em setembro.
  • As eleições legislativas nos Estados Unidos ocorrem na terça-feira (03), e o resultado deve demorar alguns dias.

Why it matters. Segundo o Itaú, o cenário pode levar a uma deterioração ainda maior das expectativas de inflação, que já estão desancoradas.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia na quarta-feira (04), às 18h30, a primeira decisão sobre a taxa básica de juros após as eleições presidenciais. Os mercados esperam a taxa em 13,5% e uma pausa no ciclo de cortes. Para o Itaú, a decisão unânime deve refletir um cenário base deteriorado por ambiente externo adverso e maiores pressões inflacionárias, enquanto o Bradesco vê probabilidade majoritária de interrupção do ciclo iniciado em março.

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Calendário econômico da semana: Copom, trabalho e eleições nos EUA são destaques

Tudo o que o investidor precisa saber antes de operar na semana The post Calendário econômico da semana: Copom, trabalho e eleições nos EUA são destaques appeared first on InfoMoney . Publicidade A primeira semana de novembro, entre os dias 2 e 6, reúne importantes divulgações e eventos dentro e fora do Brasil. Na agenda doméstica, o destaque fica com a primeira decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) sobre a taxa de juros no Brasil após as eleições presidenciais. Lá fora, os Estados Unidos passam pelas eleições legislativas. A decisão do Copom acontece na quarta-feira (04) e devem roubar toda a atenção da agenda doméstica. A previsão geral dos mercados é de que o ciclo de cortes se interrompa. Para os analistas do Itaú, a decisão unânime deve refletir uma avaliação de que o cenário base se deteriorou, devido a um ambiente externo adverso e, internamente, a maiores pressões inflacionárias. Esse cenário provavelmente se traduzirá em uma deterioração ainda maior das expectativas de inflação, que já estão desancoradas. Para o Bradesco, a precificação de mercado atual indica uma probabilidade majoritária de interrupção do ciclo de calibração, iniciado em março. Desde o último Copom, os preços de petróleo ficaram mais pressionados e a a moeda depreciou em relação ao dólar, o que deve elevar a projeção de inflação do Banco Central no horizonte relevante.

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