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Como a urna eletrônica brasileira protege os votos contra fraudes
A urna eletrônica brasileira protege os votos através de sistema operacional próprio, chips criptográficos e ausência de conexão à internet.
Key points
- A urna utiliza o UEnux, sistema baseado em Linux que não possui conexão à internet nem terminal de comandos exposto.
- Componentes como teclado e leitor biométrico possuem chips criptográficos para verificação de peças autorizadas pelo TSE.
- O código-fonte dos sistemas eleitorais pode ser inspecionado por instituições externas antes da Cerimônia de Assinatura Digital.
Why it matters. A autonomia no desenvolvimento do sistema e o uso de hardware com segurança embarcada visam garantir a integridade da votação e evitar a execução de softwares não autorizados.
O Tribunal Superior Eleitoral utilizou o sistema UEnux em eleições municipais de 2024 no Brasil. O pleito envolveu mais de 155 milhões de eleitores e dois milhões de mesários, sendo a maior eleição informatizada do mundo segundo o órgão. Jéferson Campos Nobre, da UFRGS, afirma que a redução do software diminui a possibilidade de bugs e falhas.
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Como a urna eletrônica brasileira protege os votos contra fraudes
A urna não se conecta à internet durante a votação. Entenda como auditoria, assinaturas digitais e redes privadas protegem os resultados. O post Como a urna eletrônica brasileira protege os votos contra fraudes apareceu primeiro em Olhar Digital . A urna eletrônica brasileira completou 30 anos em 2026. Por trás dos botões usados pelos eleitores, há um sistema operacional próprio, chips criptográficos e mecanismos de verificação que ajudam a proteger os programas eleitorais e os resultados da votação . Nas eleições municipais de 2024, mais de 155 milhões de eleitores e cerca de dois milhões de mesários participaram do pleito. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi a maior eleição informatizada do mundo. Camadas de segurança no hardware interrompem o programa imediatamente ao detectar tentativa de violação. – Imagem: Nelson Antoine/Shutterstock O sistema operacional feito para a urna A urna utiliza o UEnux, sistema operacional baseado em Linux desenvolvido para o TSE e adotado oficialmente a partir do modelo UE2008. Em vez de reunir os recursos de um computador convencional, ele executa apenas as aplicações necessárias à votação. Não oferece terminal de comandos exposto nem dispõe de componentes físicos para conexão à internet. Essa configuração reduz a quantidade de recursos que poderiam apresentar vulnerabilidades . O sistema também impede a instalação de programas ex.