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Parlamentares governistas intensificam críticas a juros altos antes do Copom
Aliados de Lula intensificam pressão sobre o Banco Central por corte de juros antes da reunião do Copom
Key points
- A Selic está em 13,75% ao ano e o Copom se reúne nesta semana.
- Lindbergh Farias disse que a taxa não deve ser decidida pelo “humor do mercado financeiro”.
- Durigan negou que o governo estude tabelar juros ou usar reservas cambiais para segurar o câmbio.
Why it matters. A pressão política sobre o Banco Central pode afetar as expectativas de corte da Selic na reunião do Copom desta semana.
Aliados do governo Lula pressionam o Banco Central por uma queda da taxa básica, hoje em 13,75% ao ano, às vésperas da reunião do Copom desta semana. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou no X que a Selic não deve ser decidida pelo “humor do mercado financeiro”, e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, negou que o governo estude tabelar juros. Antes da eleição, a aposta era de corte de 0,25 ponto porcentual, mas parte do mercado passou a rever a queda por incerteza fiscal.
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Parlamentares governistas intensificam críticas a juros altos antes do Copom
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou nesta segunda-feira, 2 de novembro, a mudança nas projeções dos analistas para a taxa básica de juros após o segundo turno das eleições. Aliados do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elevaram o tom e iniciaram uma pressão conjunta contra os juros altos. A movimentação ocorre às vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para esta semana. A decisão do Banco Central sobre a Selic deve ser anunciada ao fim do encontro.