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Corrupção na Câmara de Vereadores de Salvador
Câmara de Vereadores de Salvador gastou quase R$ 17 milhões em TI enquanto servidores relatam precariedade nos sistemas.
Key points
- A Câmara de Salvador desembolsou R$ 16.967.856,67 em TI nos oito primeiros meses de 2026.
- A Sudoeste Informática e Consultoria recebeu R$ 9,8 milhões, incluindo R$ 9,26 milhões para a plataforma Maker All.
- Funcionários relatam que a infraestrutura contratada é precária, com redes que caem e equipamentos que não funcionam.
Why it matters. O contraste entre os milhões pagos e a precariedade dos serviços relatada por servidores levanta questionamentos sobre a fiscalização de gastos públicos.
A Câmara Municipal de Salvador pagou R$ 16.967.856,67 para três empresas de tecnologia entre janeiro e agosto de 2026. A Sudoeste Informática e Consultoria recebeu R$ 9,8 milhões, sendo R$ 9,26 milhões para a plataforma Maker All via consórcio ASTEC III. Servidores concursados afirmam ao jornal A TARDE que a modernização não ocorreu, relatando redes instáveis e computadores lentos.
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Corrupção na Câmara de Vereadores de Salvador
Sob comando de Carlos Muniz, Câmara de Vereadores paga R$ 17 milhões por tecnologia precária e turbina gastos com publicidade. Confira a reportagem de A TARDE. A Câmara Municipal de Salvador desembolsou quase R$ 17 milhões em despesas de tecnologia da informação entre janeiro e agosto de 2026. A montanha de dinheiro gasto deveria financiar sistemas, computadores, manutenção, controle de acesso e ferramentas digitais capazes de dar eficiência à rotina do Legislativo. Mas entre as cifras repassadas e a realidade, a distância é enorme. Segundo servidores concursados ouvidos por A TARDE, a modernização prometida jamais chegou: computadores lentos, redes que caem, programas que travam, equipamentos que demoram a ser consertados e até catracas que falham na entrada do prédio.A distância entre o volume de recursos pagos e os problemas relatados abre uma série de perguntas sobre a fiscalização dos contratos, a comprovação dos serviços executados e a efetividade dos gastos públicos. De acordo com documentos internos obtidos pela reportagem, os registros disponíveis somam exatos R$ 16.967.856,67 em despesas com três empresas de tecnologia nos oito primeiros meses do ano. Não se trata do valor global dos contratos, mas de gastos lançados e efetivamente pagos pelos cofres públicos no período. Ainda assim, a dimensão dos pagamentos contrasta com a precariedade descrita por funcionários que .
