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Ministério Público aponta falhas de fiscalização da CVM em fraudes de fundos
Ministério Público aponta falhas de fiscalização da CVM em fraudes de fundos durante painel na AASP em São Paulo.
Key points
- Integrantes do MPF e Gaeco alegam que a CVM demora a encaminhar casos de fraudes em fundos de investimento para a esfera criminal.
- O procurador Andrey Borges de Mendonça mencionou a Planner Investimentos, que negou ter sido investigada ou acusada na Lava Jato.
- O promotor João Paulo Gabriel de Souza relatou a dificuldade de identificar beneficiários finais de fundos na Operação Carbono Oculto.
Why it matters. A percepção de fiscalização insuficiente pode facilitar a atuação do crime organizado na lavagem de dinheiro através de fundos de investimento.
Procuradores do MPF e um promotor do Gaeco criticaram a CVM nesta sexta-feira (23) em congresso da AASP, em São Paulo. Andrey Borges de Mendonça, Marco Antônio Ghannage e João Paulo Gabriel de Souza afirmaram que fraudes em fundos decorrem de falhas de fiscalização e demora em levar casos ao crime. Mendonça citou a Planner Investimentos como exemplo de instituição recorrente em denúncias, enquanto Souza destacou a lavagem de dinheiro na Operação Carbono Oculto.
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Ministério Público aponta falhas de fiscalização da CVM em fraudes de fundos
O Ministério Público brasileiro apontou falhas estruturais na fiscalização realizada pela CVM sobre fundos de investimento. Segundo os procuradores, a ausência de monitoramento rigoroso facilitou a ocorrência de fraudes no setor financeiro. O órgão defende a necessidade de maior controle para proteger os investidores. A CVM é a autarquia responsável por disciplinar e fiscalizar o mercado de valores mobiliários no país.