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Photo: Illustrative image — Photo: AgnosticPreachersKid, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

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The Economist: Os países — como o Brasil — que estão lucrando com a rivalidade entre EUA e China

Países como o Brasil lucram com a rivalidade entre EUA e China por minerais essenciais para tecnologias do século XXI.

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Key points

  • Governo e empresas dos EUA gastaram US$ 15,4 bilhões em minas estrangeiras em 2025, segundo autoridades.
  • Mineradoras estatais chinesas investiram bem mais de US$ 30 bilhões no exterior, muito mais do que em 2024.
  • O Banco Mundial anunciou em 16 de outubro que quintuplicaria, para US$ 20 bilhões, um fundo para ajudar países a atender a demanda.

Why it matters. Para aproveitar a disputa, os governos desses países precisam mostrar capacidade de fornecer produtos rapidamente, pois não podem depender apenas de seus recursos subterrâneos.

Em 2025, o governo americano e empresas dos EUA gastaram US$ 15,4 bilhões em minas estrangeiras, segundo autoridades, um salto ante praticamente nada em 2024. Pelo menos um décimo desse montante veio do EXIM e da Development Finance Corporation, e as mineradoras estatais chinesas investiram bem mais de US$ 30 bilhões no exterior. A República Democrática do Congo é, até agora, o maior beneficiário, com empresas chinesas comprando ativos em dificuldades a preços irrisórios.

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The Economist: Os países — como o Brasil — que estão lucrando com a rivalidade entre EUA e China

União Europeia entra na disputa por terras raras no Brasil Comissário europeu visita projeto em Minas Gerais e tenta acordo com o governo Lula em setor dominado pela China e de interesse dos EUA. Crédito: Felipe Frazão Gerando resumo Para o bem ou para o mal, a prosperidade de muitos países pobres depende de seus recursos naturais. Como suas indústrias são menos sofisticadas e seus setores de serviços menores do que nos países ricos, uma abundância subterrânea pode fazer uma grande diferença em suas perspectivas econômicas. A crescente demanda global por petróleo ou minérios pode impulsionar o crescimento, atrair investimentos e cobrir déficits fiscais. PUBLICIDADE Muitos ministros da Fazenda em países pobres se lembram com carinho do último “superciclo” de commodities, quando a crescente demanda insaciável da China elevou o preço dos metais e combustíveis fósseis. As vendas de petróleo ajudaram a quase dobrar o PIB de Angola entre 2002 e 2008. O mundo pode estar entrando em um novo superciclo, impulsionado pela corrida entre os Estados Unidos e a China para garantir o fornecimento de minerais essenciais para a inteligência artificial , a eletrificação e outras tecnologias que devem definir o século XXI. Publicidade A diplomacia chinesa em torno de minerais, que ajudou a fechar acordos com pelo menos 19 países desde 2000, está em plena atividade. O governo de Donald Trump já as.

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