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EWZ: o ETF gringo que virou termômetro da eleição e o que ele indica para domingo
O ETF iShares MSCI Brazil (EWZ) subiu 13,87% em outubro refletindo a percepção do mercado após o primeiro turno das eleições.
Key points
- O EWZ acumulou alta de 13,87% em outubro, caminho para o melhor mês desde janeiro, quando subiu 16,59%.
- O índice de small caps teve a segunda maior valorização mensal em mais de 17 anos, com alta de 20,39% em outubro.
- O fundo replica o índice MSCI Brazil 25/50 e inclui empresas como Nubank e XP, com cotação em dólares.
Why it matters. A valorização do ETF indica uma melhora na percepção de risco do país e a expectativa de investidores por possíveis alterações na política fiscal.
O fundo iShares MSCI Brazil (EWZ) registrou alta de 13,87% em outubro até a sexta-feira, 23, em Nova York. Fernando Fontoura, da Persevera, atribui o desempenho ao resultado do primeiro turno, onde Flávio Bolsonaro obteve 47,03% contra 45,16% de Lula. O avanço reflete a entrada de capital estrangeiro e de gestores locais, com as small caps subindo 20,39% no mês.
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EWZ: o ETF gringo que virou termômetro da eleição e o que ele indica para domingo
RESUMO + O fundo de índice de ações brasileiras iShares MSCI Brazil (EWZ) acumulava alta de 13,87% em outubro até as 16h desta sexta-feira, 23, último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais. O avanço, atribuído por gestores à repercussão do primeiro turno, ao capital estrangeiro e à participação de investidores locais, coloca o ETF a caminho do melhor mês desde janeiro. O iShares MSCI Brazil (EWZ) , fundo de índice de ações brasileiras negociado em Nova York, acumula alta de 13,87% em outubro até as 16h desta sexta-feira, 23, último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais. O avanço coloca o ETF no caminho de seu melhor desempenho mensal desde janeiro, quando subiu 16,59%, em meio ao forte fluxo de capital estrangeiro para a bolsa brasileira. Em setembro, o fundo havia avançado 3,39%. Com a valorização deste mês, o EWZ passou a refletir a mudança de percepção dos investidores sobre o cenário político brasileiro após o primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro (PL) terminou à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) , com 47,03% dos votos válidos, ante 45,16% do atual presidente. O resultado surpreendeu o mercado e reforçou as apostas de parte dos investidores em uma possível mudança de governo, vista como uma oportunidade para alterações na condução da política fiscal. A perspectiva de melhora na percepção de risco do país contribuiu para a valor.