Skip to footer
Alicia Silverstone - Wikipedia
Photo: Toglenn, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

tech

Falar de si no LinkedIn é superficial? Para empresária, histórias pessoais são o que gera confiança

Alicia Teltz defende que histórias pessoais no LinkedIn geram confiança e podem impulsionar vendas.

Updated 2 min read

Key points

  • Alicia Teltz afirma que a experiência traz credibilidade, enquanto a humanidade gera confiança nos clientes.
  • Um relato de Teltz sobre exaustão após atingir metas resultou na conversão de seis leitores em assinantes pagos.
  • A empresária argumenta que trajetórias pessoais moldam a forma como profissionais lideram, vendem e resolvem problemas.

Why it matters. A abordagem sugere que a vulnerabilidade controlada e a humanização do perfil profissional podem influenciar decisões de compra e contratação.

Alicia Teltz, fundadora da The Hype Department, defendeu em artigo na revista Inc. que relatos pessoais no LinkedIn geram confiança e vendas. A empresária relatou que um texto sobre exaustão emocional atraiu seis novos assinantes pagos para sua newsletter. Teltz rebateu críticas de um criador de conteúdo que classificou tais postagens como superficiais para estratégias de negócio.

Latest updates

Falar de si no LinkedIn é superficial? Para empresária, histórias pessoais são o que gera confiança

Contar a própria vida no LinkedIn também ajuda a vender, defende Alicia Teltz , fundadora da The Hype Department. Em artigo de opinião publicado na revista Inc., ela resume a tese em duas frases: a experiência gera credibilidade, e a humanidade gera confiança. Como prova, cita um texto pessoal que levou seis leitores a virar assinantes pagos da sua newsletter. O artigo nasceu de uma provocação. No mês passado, Teltz publicou no Substack uma história sobre ter atingido uma meta perseguida durante meses e, em vez de se sentir vitoriosa, ter ficado emocionalmente exausta. Na mesma época, um criador de conteúdo conhecido zombou em público dos posts pessoais dela no LinkedIn . Para ele, aquele tipo de relato era superficial demais para contar como estratégia de negócio. Entenda como a sua história molda a forma como você trabalha. Comece agora o curso gratuito As duas perguntas na cabeça do cliente Teltz diz já ter ouvido versões dessa crítica antes. A lógica é conhecida: quem tem um negócio deveria usar cada post para ensinar algo, demonstrar conhecimento ou apresentar uma oferta. Contar como se sente não entraria na conta. A resposta dela é que clientes são pessoas, e pessoas querem saber com quem estão lidando. Um potencial cliente precisa acreditar que o profissional entrega o resultado que ele busca. Mas também precisa sentir que o outro entende o seu problema, compartilha seus.

Sources