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Goldman Sachs prevê valorização do real apesar de riscos eleitorais
Goldman Sachs prevê valorização do real apesar de riscos eleitorais
Publicidade A proximidade do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25), elevou a percepção de risco no mercado de câmbio brasileiro. Em relatório divulgado nesta semana, o Goldman Sachs avalia que o real ainda tem espaço para se valorizar caso se confirme o cenário esperado após o primeiro turno, mas destaca que a disputa mais apertada e as incertezas fiscais aumentaram significativamente o potencial de volatilidade no pós-eleição.
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Goldman Sachs prevê valorização do real apesar de riscos eleitorais
Em relatório divulgado nesta semana, o Goldman Sachs analisou o cenário do mercado de câmbio brasileiro às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais. O banco afirma que o real pode se valorizar, mas alerta que a percepção de risco cresceu devido à proximidade do pleito no domingo, dia 25. A análise ocorre em um momento de corrida eleitoral equilibrada entre o presidente Lula e seu adversário. O mercado monitora a estabilidade fiscal e a composição do governo para definir a tendência da moeda.