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Governança de IA cresce 150% entre habilidades profissionais; veja o que faz esse especialista
Governança de IA cresce 150% entre habilidades profissionais, focando em regras, riscos e conformidade legal.
Key points
- O especialista em governança de IA define regras e monitora riscos para garantir o uso responsável da tecnologia nas empresas.
- A IAPP apontou em relatório de 2025 a escassez de profissionais que dominem IA, compliance e requisitos legais simultaneamente.
- O AI Act da União Europeia impõe obrigações de gestão de riscos contínua para sistemas de inteligência artificial de alto risco.
Why it matters. A crescente regulamentação, como o AI Act europeu, torna a governança essencial para que empresas evitem riscos legais e discriminatórios no uso de IA.
A International Association of Privacy Professionals (IAPP) identificou em relatório de 2025 a dificuldade de encontrar profissionais qualificados em governança de IA. Esse especialista estabelece regras de controle e verifica se sistemas automatizados cumprem exigências legais e políticas internas. A função exige a combinação de conhecimentos em compliance, gestão de riscos e interpretação de normas jurídicas.
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Governança de IA cresce 150% entre habilidades profissionais; veja o que faz esse especialista
A expansão da inteligência artificial nas empresas cria uma demanda que vai além de desenvolver modelos e automatizar tarefas. Organizações também precisam definir como a tecnologia será utilizada, quais riscos devem ser monitorados e quem responde por decisões apoiadas por sistemas automatizados. É nesse cenário que ganha espaço o especialista em governança de IA, profissional que conecta tecnologia, negócios e gestão de riscos. Aprenda a usar a inteligência artificial no trabalho com o Pré-MBA em IA da Saint Paul, em parceria com a EXAME. São quatro aulas práticas, online, por R$ 37. O que faz um especialista em governança de IA? O profissional ajuda a estabelecer regras, processos e mecanismos de controle para o uso da inteligência artificial em uma organização. Seu trabalho envolve identificar riscos, acompanhar a aplicação de políticas internas e verificar se os sistemas são utilizados de maneira responsável e compatível com as exigências legais. Na prática, isso pode significar avaliar se uma ferramenta generativa pode processar documentos confidenciais, verificar se um sistema de seleção de candidatos apresenta riscos de discriminação ou estabelecer critérios para revisar respostas produzidas por modelos de IA. A função não se limita a impedir problemas. A governança também ajuda a definir em quais situações a tecnologia pode ser adotada, quais controles são necessários .