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Hackers usam IAs Claude e Grok para atacar 400 instituições financeiras
Hackers usam IAs Claude e Grok para atacar 400 instituições financeiras da América Latina através do sistema CARLIY0S.
Key points
- O sistema CARLIY0S distribuiu tarefas entre agentes de IA para atacar bancos e fintechs com pouca intervenção humana.
- Criminosos enganaram as travas de segurança das IAs fingindo realizar pesquisas acadêmicas ou testes de segurança autorizados.
- A Straiker identificou mais de 200 vulnerabilidades e acessou um banco de dados com 4.493 registros de senhas e credenciais.
Why it matters. O caso demonstra como a automação via IA pode ampliar a capacidade operacional de grupos criminosos para explorar vulnerabilidades em larga escala no setor financeiro.
O grupo CyberCartel utilizou as IAs Claude e Grok para automatizar ataques contra mais de 400 instituições financeiras na América Latina. A empresa Straiker revelou que os criminosos criaram o sistema CARLIY0S para roubar senhas e dados bancários de bancos e fintechs. A investigação detalha que o Claude coordenou a operação via Cursor, enquanto o Grok coletou informações e o Kimi da Moonshot AI auxiliou nas invasões.
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Hackers usam IAs Claude e Grok para atacar 400 instituições financeiras
Uma investigação da empresa de cibersegurança Straiker revelou que hackers empregaram as ferramentas Claude e Grok para escalar ataques digitais. O grupo focou em instituições financeiras latino-americanas, conseguindo extrair senhas e dados bancários sensíveis. A automação via IA permitiu que os criminosos operassem com maior velocidade e precisão. A Straiker alerta para a necessidade de novas defesas contra ameaças geradas por IA.

