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‘Imposto do pecado’ prevê taxações distintas para carros mais e menos poluentes; entenda
Imposto do pecado prevê taxas distintas para carros mais e menos poluentes, segundo medida do governo federal.
Key points
- A alíquota de referência de 6,3% para carros de passeio pode ser alterada por combustível, consumo, potência e itens de segurança.
- Elétricos e híbridos com etanol podem abater 2 pontos percentuais da alíquota inicial; carros só a etanol, 0,5 ponto.
- Para carro de 1.200 quilos, consumo de até aproximadamente 1,49 MJ/km garante abatimento máximo de 2 pontos percentuais.
Why it matters. Os preços dos carros podem variar conforme as características de cada modelo, já que a fórmula definida pela medida provisória pode elevar ou reduzir a alíquota devida pelos fabricantes.
O Imposto Seletivo, apelidado de “imposto do pecado”, deve começar a ser aplicado em fevereiro de 2027 sobre carros de passeio, com alíquota de referência de 6,3%. A regra foi definida pela Medida Provisória nº 1.399/2026, publicada na noite de quarta-feira, 4, e considera cinco grupos de características dos automóveis. Carros totalmente elétricos podem abater 2 pontos percentuais, enquanto modelos convencionais a diesel terão acréscimo de 12 pontos.
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‘Imposto do pecado’ prevê taxações distintas para carros mais e menos poluentes; entenda
MP institui alíquota base de 6,3%, mas poderá variar conforme motorização, consumo de energia, potência e capacidade de reciclagem dos veículos O preço cobrado por um automóvel pode mudar no ano que vem dependendo das características do modelo, com a entrada em vigor do Imposto Seletivo, apelidado de “imposto do pecado”. A tributação, que deve começar a ser aplicada em fevereiro de 2027, terá como referência uma alíquota de 6,3% para carros de passeio. Esse percentual, porém, funcionará apenas como ponto de partida: características como combustível utilizado, consumo energético, potência e recursos de segurança poderão alterar o valor devido pelos fabricantes.O mecanismo foi definido pelo governo federal por meio da Medida Provisória nº 1.399/2026, publicada na noite de quarta-feira, 4. A conta considera cinco grupos de características dos automóveis. Para cada um deles, a regulamentação estabelece descontos ou acréscimos, expressos em pontos percentuais. Depois de reunidos esses ajustes, o resultado passa por um multiplicador de 1,21, que também integra a fórmula de tributação.Como o combustível influencia o impostoA tecnologia empregada na propulsão do veículo é um dos fatores que mais diferenciam a carga tributária. Os automóveis totalmente elétricos e os híbridos que combinam eletricidade com etanol poderão abater 2 pontos percentuais da alíquota inicial. O benefício será d.