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Photo: Illustrative image — Photo: Obsidian Soul, CC0 1.0, via Wikimedia Commons

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Integração entre redes móveis e satelitais é desafio do setor, aponta executivo da Hughes

Raffael Malta, da Hughes, afirma que unificar a gestão de redes móveis e satelitais é o maior desafio do setor.

Updated 2 min read

Key points

  • O maior desafio é unificar o gerenciamento das redes móveis e satelitais sem equipamentos externos, segundo Raffael Malta, da Hughes.
  • As plataformas multi-órbita GEO, MEO e LEO ainda operam de forma independente, segundo o executivo.
  • A Vale migrou do Wi-Fi e do WiMAX para redes móveis dedicadas e adotou antenas LEO em células sobre rodas nas operações.

Why it matters. A integração entre satélite e rede móvel pode mudar a forma como o cliente recebe conectividade, segundo a SES e a Hughes.

Em Campinas (SP), no Roadshow Embrapii, Raffael Malta, da Hughes, disse que o maior desafio é unificar o gerenciamento de redes satelitais e móveis sem equipamentos externos. Ele afirmou que as plataformas GEO, MEO e LEO ainda operam de forma independente, mas a próxima geração, baseada no 3GPP, começará a superar essa fragmentação. A Vale, que migrou para redes móveis dedicadas para caminhões autônomos, conta com 13 núcleos de rede em 200 sites.

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Integração entre redes móveis e satelitais é desafio do setor, aponta executivo da Hughes

Raffael Malta acredita que plataformas de conectividade multi-órbita ainda operam de forma segregada, dificultando a transição entre satélite e rede móvel Raffael Malta, head de pré-vendas da Hughes , considera que o maior desafio para integrar e consolidar diferentes camadas de conectividade via satélite e redes móveis é unificar o gerenciamento dessas redes, sem a necessidade de equipamentos externos. Durante o Roadshow Embrapii , realizado nesta terça-feira, 3, em Campinas (SP), o executivo apontou que as plataformas multi-órbita (GEO, MEO e LEO) ainda operam de forma independente. Para ele, a próxima geração de conectividade começará a superar essa fragmentação, uma vez que já incorpora tecnologias baseadas no padrão 3GPP. Recentemente, a Vivo anunciou parceria com a Starlink no D2D (Direct-to-Device). Fábio Alencar, vice-presidente da SES, lembrou que, historicamente, o setor de telecomunicações dissociou a tecnologia satelital da móvel, mas com o padrão 5G e a evolução para 6G via 3GPP, ele acredita que o mercado tende a desenvolver uma integração transparente para o cliente. Embora considerem positivo esse movimento de integração, Alencar e Malta defendem que o satélite deve ter um papel complementar às redes móveis e à fibra óptica, especialmente em regiões mais densamente povoadas, onde essas infraestruturas já estão disponíveis. Essa lógica também se aplica às redes p.

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