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Photo: Illustrative image — Photo: PiDatacenters, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

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Investigação da WIRED expõe rede de mais de 400 aplicativos que criavam deepfakes sexuais

WIRED expõe rede de mais de 400 aplicativos que criavam deepfakes sexuais com inteligência artificial

Updated 1 min read

Key points

  • Os aplicativos se disfarçavam de editores de fotos, professores de idiomas e apps de exercícios físicos.
  • Segundo a WIRED, eles já acumulavam mais de 350 mil downloads somente na Google Play.
  • A Apple removeu 19 aplicativos após receber informações da WIRED; a Meta proibiu a KeLing de anunciar em 2025.

Why it matters. A investigação mostra como apps com funções ocultas driblaram a fiscalização das lojas, o que pode levar as plataformas a reforçar suas regras, como a Apple fez em 16 de outubro de 2026.

A revista WIRED revelou em 2 de novembro que uma rede de mais de 400 aplicativos e domínios vendia ferramentas de deepfake sexual com inteligência artificial, escondidas atrás de apps de fotos, idiomas e exercícios. Segundo a WIRED, esses apps somavam mais de 350 mil downloads só na Google Play, e o DiffAI passou de 100 mil instalações. A Meta disse ter proibido a KeLing Technology Limited, registrada em Hong Kong, de anunciar em 2025, e a Apple removeu 19 aplicativos após contato da revista.

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Investigação da WIRED expõe rede de mais de 400 aplicativos que criavam deepfakes sexuais

Uma investigação publicada pela revista WIRED em 2 de novembro revelou uma rede de mais de 400 aplicativos e domínios com essa função. Os serviços se apresentavam como editores de fotografias, professores de idiomas e até aplicativos de exercícios físicos. Segundo a reportagem, eles escondiam ferramentas capazes de transformar fotos reais em imagens sexualmente explícitas, sem o consentimento das pessoas retratadas. O caso reforça a preocupação com o uso indevido de inteligência artificial para criar conteúdo íntimo falso. Não há informações sobre medidas adotadas pelas lojas de aplicativos até o momento.

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