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Promessas eleitorais de Lula e Flávio Bolsonaro elevam risco fiscal no Brasil

Promessas eleitorais de Lula e Flávio Bolsonaro elevam risco fiscal no Brasil para 2027.

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Key points

  • Lula apresentou um pacote de bondades eleitorais totalizando R$ 290 bilhões.
  • Flávio Bolsonaro propôs a recriação do Perse e o congelamento de dívidas bancárias para pessoas físicas e pequenas empresas.
  • A proposta de extinguir o split payment pode aumentar a sonegação e prejudicar o ajuste das contas públicas.

Why it matters. As promessas de gastos e a recusa de medidas de ajuste fiscal podem elevar o risco fiscal e comprometer o orçamento público brasileiro em 2027.

Lula e Flávio Bolsonaro anunciaram promessas eleitorais no Brasil neste domingo (25) que impactarão as contas de 2027. O Ministério do Planejamento estima que o pacote de R$ 290 bilhões de Lula gere custo orçamentário entre R$ 53,6 bilhões e R$ 82 bilhões. Flávio propôs congelamento de dívidas bancárias e fim do split payment, o que analistas indicam poder reduzir a arrecadação pública.

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Promessas eleitorais de Lula e Flávio Bolsonaro elevam risco fiscal no Brasil

A disputa acirrada entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro trouxe à tona promessas de gastos que preocupam o mercado financeiro. Especialistas indicam que a expansão de despesas prometida para o próximo mandato pode levar ao colapso fiscal do país. O cenário gera instabilidade nos indicadores econômicos às vésperas da votação decisiva.

Lula e Flávio Bolsonaro gastam R$ 171 milhões em campanhas eleitorais

Os dados financeiros revelam que as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) desembolsaram conjuntamente mais de R$ 171 milhões. O montante total é inferior aos gastos registrados por Lula e Jair Bolsonaro durante o pleito de 2022. As informações foram obtidas através de prestações de contas eleitorais. O cenário reflete a mobilização de recursos para a disputa final que ocorre neste domingo.

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