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Estadão investiga o fim do MP3 frente ao domínio do streaming
O professor Karlheinz Brandenburg criou o MP3 na década de 1980, que foi oficializado em 1995 e perdeu protagonismo frente ao streaming
Key points
- O professor Karlheinz Brandenburg criou o MP3 na metade da década de 1980 usando psicoacústica.
- O formato .mp3 foi oficializado em julho de 1995 após 14 propostas de codecs.
- O Fraunhofer IIS anunciou em 2017 que pararia de licenciar patentes do MP3.
Why it matters. O leitor entende que o MP3, embora ainda exista, perdeu o protagonismo do consumo de música frente ao streaming e suas patentes estão sendo encerradas.
O professor alemão Karlheinz Brandenburg criou o MP3 na década de 1980 ao combinar computadores e psicoacústica, resultando em um codec que usa mascaramento auditivo para compressão. Em 1995, o formato foi oficializado como .mp3 após receber 14 propostas de codecs, sendo a camada 3 baseada no ASPEC a escolhida. Embora ainda exista como opção de saída de arquivos, o MP3 perdeu o protagonismo frente ao streaming e o Fraunhofer IIS anunciou em 2017 que pararia de licenciar suas patentes.
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Estadão investiga o fim do MP3 frente ao domínio do streaming
Até alguns anos atrás, o MP3 era praticamente sinônimo de arquivos digitais de áudio. Eram raros os casos em que o download de uma música ou a criação de conteúdo sonoro não resultavam nesse formato. Essa tecnologia de compressão e distribuição de áudio se popularizou por equilibrar compressão de áudio e ser leve. No entanto, o formato perdeu espaço em um mercado agora dominado pelo streaming. O Estadão analisa como a mudança de consumo afetou a distribuição tradicional de áudio digital. A transição para plataformas de streaming alterou fundamentalmente a forma como os usuários acessam música.