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Photo: Illustrative image — Photo: Marcelo Fontenele, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

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Justiça suspende obrigatoriedade de OPA de R$ 14 bilhões no caso Oncoclínicas

Justiça suspende obrigatoriedade de OPA de R$ 14 bilhões na Oncoclínicas após pedido do fundo Josephina III.

Updated 1 min read

Key points

  • O juiz Paulo Cezar Neves Junior suspendeu a exigência da CVM para a realização da OPA na rede Oncoclínicas.
  • O fundo Josephina III alega que a operação de R$ 14 bilhões superaria em dez vezes o valor de mercado da companhia.
  • A Latache Capital questiona a competência da Justiça Federal de São Paulo para julgar o tema.

Why it matters. A decisão evita que o fundo Josephina III realize um desembolso bilionário imediato enquanto se discute a competência da CVM e a validade do processo administrativo.

O fundo Josephina III, da Centaurus, obteve na sexta-feira uma liminar na Justiça de São Paulo para suspender a OPA na Oncoclínicas. O juiz Paulo Cezar Neves Junior citou controvérsias jurídicas e possíveis falhas no processo da CVM, impedindo punições ao fundo antes do prazo final em 24 de outubro. O Josephina III estima que a operação movimentaria R$ 14 bilhões, valor dez vezes superior ao valor de mercado da rede, de R$ 1,37 bilhão.

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Justiça suspende obrigatoriedade de OPA de R$ 14 bilhões no caso Oncoclínicas

A decisão judicial barra temporariamente a obrigatoriedade de a gestora americana realizar a operação, que poderia custar R$ 14 bilhões. A CVM havia determinado a OPA para proteger acionistas minoritários da Oncoclínicas. O fundo Centaurus contesta a validade da exigência perante o tribunal. O processo segue em análise para definir se a liminar será mantida ou revogada.

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