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Photo: Illustrative image — Photo: PiDatacenters, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

tech

Unicórnio de inteligência artificial Happy Robot estreia no Brasil

A Happy Robot, unicórnio de IA, abre escritório em São Paulo para atender clientes de saúde e telecom.

Updated 2 min read

Key points

  • A Happy Robot foi fundada em 2022 nos Estados Unidos e está presente em cinco países.
  • A empresa captou 150 milhões de dólares antes de abrir escritório em São Paulo, em outubro.
  • O valor de mercado da companhia é estimado em 1,2 bilhão de dólares.

Why it matters. A chegada ao Brasil indica que a empresa pretende disputar clientes nas áreas de saúde e telecomunicações no país.

A desenvolvedora de agentes de inteligência artificial Happy Robot abriu em outubro um escritório em São Paulo. Fundada em 2022 nos Estados Unidos e presente em cinco países, a empresa havia captado 150 milhões de dólares para reforçar o caixa. Segundo a VEJA, seu valor de mercado é estimado em 1,2 bilhão de dólares, e a companhia pretende atender clientes nas áreas de saúde e telecomunicações.

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Unicórnio de inteligência artificial Happy Robot estreia no Brasil

Empresa americana abriu escritório em São Paulo para atender clientes dos setores de saúde e telecomunicações Fundada em 2022 nos Estados Unidos e presente em cinco países, a desenvolvedora de agentes de inteligência artificial Happy Robot acaba de chegar ao Brasil. Após reforçar o caixa com uma captação de 150 milhões de dólares, a empresa abriu em outubro um escritório em São Paulo com o objetivo de atender clientes nas áreas de saúde e de telecomunicações. Apesar da pouca idade, a companhia é um dos novos unicórnios do ramo da tecnologia e seu valor de mercado é estimado em 1,2 bilhão de dólares.Publicado em VEJA, outubro de 2026, edição VEJA Negócios nº 31.

Plano de Trump para usar energia de Itaipu em empresas de inteligência artificial pode reduzir fornecimento ao Brasil, dizem especialistas

O Paraguai está aumentando seu consumo de energia na hidrelétrica binacional de Itaipu, o que pode resultar em uma diminuição do excedente disponibilizado ao Brasil. De acordo com o Tratado de Itaipu, cada país tem direito a metade da energia produzida, e o excedente pode ser vendido ao outro. No entanto, o Paraguai tem aumentado seu consumo, atualmente utilizando cerca de 74% de sua cota, enquanto o Brasil recebe os 26% restantes. Um projeto anunciado pelos Estados Unidos, em parceria com empresas americanas e paraguaias, utilizará energia de Itaipu para uma estrutura de processamento de dados no Paraguai, o que pode acelerar a redução do excedente para o Brasil. Especialistas alertam que, embora não haja risco imediato de desabastecimento, a energia de Itaipu é importante para o abastecimento do Centro-Sul brasileiro, e a redução pode impactar o sistema elétrico nacional. O governo paraguaio tem se aproximado dos Estados Unidos, com diversos acordos e investimentos, o que pode afetar as negociações futuras entre os países sobre a energia de Itaipu.

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