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Preparado para Flávio ou Lula? O que fazer na última chance de calibrar investimentos
Especialistas recomendam calibrar investimentos nesta sexta-feira (23) antes do segundo turno da eleição presidencial.
Key points
- Casas como UBS, Monte Bravo, Armor Capital e Genial preferem títulos Tesouro IPCA+ para investimentos de longo prazo.
- A recomendação para ações foca em exportadoras e receitas previsíveis, citando Embraer, WEG, TIM, Sabesp e Axia Energia.
- O UBS Wealth Management rebaixou a atratividade de ativos pós-fixados em relatório de 14 de outubro devido à queda da Selic.
Why it matters. A volatilidade eleitoral pode impactar a Bolsa e o real, tornando o rebalanceamento da carteira e a escolha de ativos menos expostos a riscos essenciais para proteger o patrimônio.
Especialistas consultados pelo InfoMoney recomendaram ajustes de carteira nesta sexta-feira (23), véspera do segundo turno presidencial de domingo (25). Maria Carolina Luchesi, da Hike Capital, sugere rebalancear a alocação-alvo para reduzir riscos diante do empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula. Gestores afirmam que a vitória de Flávio tenderia a elevar a Bolsa e o real, enquanto a de Lula provocaria quedas fortes.
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Preparado para Flávio ou Lula? O que fazer na última chance de calibrar investimentos
Recomendação geral é evitar mudanças no calor das pesquisas e não apostar a carteira num único resultado; quem já planejava um ajuste tem no pregão desta sexta a última janela antes da votação The post Preparado para Flávio ou Lula? O que fazer na última chance de calibrar investimentos appeared first on InfoMoney . Publicidade O pregão desta sexta-feira (23) é o último antes do segundo turno da eleição presidencial, no domingo (25). Especialistas ouvidos pelo InfoMoney nas últimas semanas recomendam não mexer na carteira por impulso, ao sabor das pesquisas, que seguem mostrando empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). Para quem já tinha um ajuste planejado, porém, esta é a última oportunidade de fazê-lo antes de as urnas falarem. A linha comum entre as recomendações é atravessar a votação sem depender de um único resultado. Isso significa reequilibrar a carteira de volta à divisão planejada, manter a reserva de emergência longe de qualquer aposta e, para quem quer aproveitar oportunidades, entrar aos poucos. “Rebalancear para a alocação-alvo é uma forma de reduzir risco sem apostar em nenhum resultado”, resume Maria Carolina Luchesi, especialista de investimentos da Hike Capital. O cuidado se explica pela assimetria apontada pelos gestores. Uma vitória de Flávio tende a trazer nova alta para Bolsa, real e títulos públicos, mas menor que a do primeiro turno. Já u.

