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Presidente eleito enfrentará desafio de reequilibrar contas do INSS
Presidente eleito enfrentará o desafio de reequilibrar as contas do INSS diante do envelhecimento populacional.
Key points
- O IMDS projeta que os gastos previdenciários podem saltar de 8% para 17,4% do PIB até o ano de 2060.
- Fábio Zambitte afirma que o sistema é deficitário do ponto de vista atuarial devido ao rápido envelhecimento da população.
- Fabio Giambiagi defende a correção de aposentadorias apenas pela inflação para evitar a quebra do contrato social.
Why it matters. A manutenção do modelo atual pode tornar os gastos matematicamente insustentáveis, podendo levar a uma quebra do contrato social em 20 ou 30 anos.
O presidente eleito no domingo (25) enfrentará a necessidade de debater a sustentabilidade da Previdência Social no Brasil. O Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) estima que a despesa atual de 8% do PIB pode chegar a 17,4% até 2060. Fábio Zambitte, do IBDP, alerta que o envelhecimento populacional pressiona o sistema, enquanto Fabio Giambiagi, da FGV/Ibre, sugere que aposentadorias sejam corrigidas apenas pela inflação.
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Presidente eleito enfrentará desafio de reequilibrar contas do INSS
A sustentabilidade do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) retorna ao centro da agenda econômica após a eleição presidencial. Especialistas apontam que a vinculação ao salário mínimo e a demografia brasileira pressionam as contas públicas. O governo eleito deverá avaliar a necessidade de uma nova reforma previdenciária. A medida visa evitar o colapso fiscal do sistema de aposentadorias.