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Rival da Starlink avança no Brasil e quer levar satélite a 200 milhões de celulares

AST SpaceMobile, rival da Starlink, avança no Brasil e quer levar satélite direto a celulares.

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Key points

  • A Anatel autorizou a AST SpaceMobile a usar 30 MHz de espectro na banda S, com data de 9 de outubro.
  • As quatro operadoras regionais cederão até 20 MHz na faixa de 700 MHz, arrematada no leilão de 4 de maio por cerca de R$ 23 milhões.
  • A AST constrói quatro estações terrestres no Brasil e afirma que os dados dos usuários brasileiros permanecerão no país.

Why it matters. A expansão pode ampliar o sinal em rodovias e áreas agrícolas, onde, segundo estimativas citadas pela AST, cerca de metade das rodovias e dois terços das terras não têm 4G ou 5G.

A AST SpaceMobile, rival da Starlink, recebeu da Anatel autorização para usar 30 MHz na banda S, faixa usada na conexão direta entre satélites e celulares. Ela também obteve uso secundário de até 20 MHz na faixa de 700 MHz, cedido por quatro operadoras regionais: Brisanet, Unifique, Iez! Telecom e Amazônia 5G. Segundo a empresa, a meta é alcançar mais de 200 milhões de linhas de celular brasileiras sem que o usuário troque de aparelho.

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Rival da Starlink avança no Brasil e quer levar satélite a 200 milhões de celulares

Cerca de metade das rodovias federais e estaduais do Brasil e dois terços das terras disponíveis para a agricultura não têm sinal de 4G ou 5G, segundo estimativas citadas pela AST SpaceMobile . É nesse vazio que a americana, rival da Starlink na conexão de satélites direto ao celular, acaba de ganhar terreno no país. A companhia, listada na Nasdaq, anunciou que recebeu autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para usar 30 MHz de espectro na banda S, uma das principais faixas para a comunicação direta entre satélites e smartphones. A AST também obteve aval para o uso secundário de até 20 MHz na faixa de 700 MHz. Esse espectro será cedido por quatro operadoras regionais: Brisanet , Unifique , Iez! Telecom e Amazônia 5G . Em paralelo, a empresa constrói quatro estações terrestres no país. Em comunicado, a AST afirma que o Brasil é um mercado prioritário e que montou equipes locais dedicadas ao país. A ambição é alcançar as mais de 200 milhões de linhas de celular brasileiras, sem que o usuário precise trocar de aparelho, instalar antena ou baixar aplicativo. Como o satélite vira uma torre de celular A tecnologia, chamada de Direct-to-Device (D2D), faz o satélite funcionar como uma antena de telefonia no espaço. Para o aparelho, o satélite se comporta como uma torre distante, o que permite mensagens, chamadas de voz, internet e vídeo em smartphones comuns. Para .

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