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Technician with laptop working on server rack at NERSC
Photo: Illustrative image — Photo: CC0 1.0, via Wikimedia Commons

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Na eleição mais afetada por IA da história, deepfakes vieram de onde menos se esperava

Deepfakes nas eleições de 2026 vieram majoritariamente de usuários comuns e anônimos, segundo relatório da agência Lupa.

Updated 2 min read

Key points

  • O projeto VigIA identificou 920 casos de uso de IA entre 1.941 conteúdos suspeitos coletados no primeiro turno de 2026.
  • Apenas 40% das publicações com IA estavam rotuladas corretamente, com 75 delas impulsionadas por candidatos ou partidos.
  • O uso de deepfakes no Brasil cresceu mais de 308% no período entre 2024 e 2026, conforme dados do Observatório Lupa.

Why it matters. A massificação de ferramentas de IA dificulta a fiscalização eleitoral e a identificação de autores anônimos, impactando o entendimento dos eleitores sobre eventos políticos.

A agência Lupa publicou em 24 de outubro de 2026 que usuários comuns e anônimos criaram 60% das 920 publicações com IA no primeiro turno eleitoral. O Observatório Lupa registrou um crescimento de 308% no uso de deepfakes entre 2024 e 2026, com apenas 371 conteúdos rotulados corretamente. Beatriz Farrugia e Bruno Sartori destacam que a maioria do material consistiu em memes e conteúdos de humor, incluindo vídeos do presidente Lula.

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Na eleição mais afetada por IA da história, deepfakes vieram de onde menos se esperava

Mercados Relatório do projeto VigIA, da agência Lupa, mostra que mais da metade do conteúdo generativo foi feito por anônimos e usuários comuns; especialista chama atenção para o alto volume de memes Do total de 920 publicações identificadas durante o primeiro turno das eleições de 2026, 60% vieram de usuários comuns Publicado em 24 de outubro de 2026 às 10:47. Última atualização em 24 de outubro de 2026 às 10:49. RESUMO + O uso de deepfakes cresceu mais de 308% entre 2024 e 2026, segundo o Observatório Lupa. Nas eleições de 2026, usuários comuns e anônimos responderam por 60% das 920 publicações com IA identificadas pelo projeto VigIA, da agência Lupa, e apenas 371 conteúdos estavam rotulados corretamente. A expectativa era alta e não animadora. Desde que os modelos de IA generativa se popularizaram no Brasil, a partir de 2022, com o ChatGPT, as chamadas deepfakes — fotos ou vídeos criados e alterados por inteligência artificial — se massificaram. Se antes elas demandavam um conhecimento técnico, ainda que mínimo, neste novo contexto, para o bem e para o mal, elas passaram a estar acessíveis a qualquer pessoa digitalizada. Outro relatório, do projeto VigIA, também da agência Lupa, mostra que mais da metade do conteúdo generativo foi feito por anônimos e usuários comuns. Do total de 920 publicações identificadas durante o primeiro turno das eleições de 2026, 60% vieram desse pe.

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