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Taxas dos DIs sobem com temores do mercado sobre a agenda econômica do novo governo Lula
Taxas dos DIs sobem com temores sobre a agenda econômica do novo governo Lula, após notícia de encontro com André Lara Rezende.
Key points
- O DI para janeiro de 2028 estava em 14,56%, ante 14,48% no ajuste da sessão anterior.
- Economistas argumentam que as medidas propostas por Lara Rezende poderiam pressionar a inflação e as reservas internacionais.
- O Copom decide a Selic na quarta-feira; o Focus prevê corte de 0,25 ponto, e a Reuters aponta manutenção em 13,75%.
Why it matters. Enquanto não houver clareza sobre a condução da economia e a regra de gastos, o ajuste pode aparecer primeiro no câmbio e nos juros longos, segundo o CEO da Trade Arena, Gabriel Jardim.
As taxas dos DIs subiram nesta terça-feira, após o feriado de Finados, com temores do mercado sobre o rumo econômico do governo Lula. O DI para janeiro de 2028 chegou a 14,56% e o de janeiro de 2035, a 15,52%, ante 15,332% na sessão anterior. A pressão começou com a coluna de Lauro Jardim, do O Globo, segundo a qual Lula se reuniria com André Lara Rezende, um dos criadores do Plano Real, nesta semana.
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Taxas dos DIs sobem com temores do mercado sobre a agenda econômica do novo governo Lula
As taxas dos DIs avançaram na manhã de terça-feira (3), na volta do feriado de Finados, segundo a Reuters. O movimento reflete temores do mercado sobre a possível agenda econômica do novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Às 10h55, a taxa do DI com vencimento em janeiro já mostrava alta. O economista André Lara Resende propõe o uso de parte das reservas internacionais para conter pressões sobre o real. O mercado acompanha o tema, que ainda não foi adotado oficialmente pela equipe econômica.