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Mercado reage com queda do real e do Ibovespa após vitória de Lula nas eleições
Mercado reage à vitória de Lula com queda de 8% do real e de 14% do Ibovespa após a eleição.
Key points
- O real caiu 8% frente ao dólar no dia seguinte ao resultado, a pior queda em um único dia em mais de 25 anos.
- O Ibovespa fechou em queda de 14%, após acionar um mecanismo de proteção contra oscilações bruscas.
- O FMI prevê que a dívida pública atingirá 97% do PIB este ano, contra 84% em 2022.
Why it matters. Segundo o texto, a piora financeira pode forçar o Banco Central a subir a taxa básica de juros, e Lula precisará convencer os investidores de uma mudança de postura fiscal.
Lula venceu Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais, em 25 de outubro, por uma margem de quase quatro pontos porcentuais, e o real caiu 8% frente ao dólar no dia seguinte. O Ibovespa fechou em queda de 14%, após acionar um mecanismo de proteção contra oscilações bruscas. Segundo a reportagem, a queda do real foi a pior em um único dia em mais de 25 anos. O texto afirma que o risco é de que a piora financeira force o Banco Central a subir a taxa básica de juros.
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Mercado reage com queda do real e do Ibovespa após vitória de Lula nas eleições
Lula venceu o segundo turno da eleição presidencial de 2026 contra Flávio Bolsonaro, mas a vitória provocou forte reação negativa nos mercados. Segundo reportagem do Estadão, o real caiu 8% e o Ibovespa recuou 14% no período. Investidores temem estagnação econômica e aumento de gastos públicos. O risco, segundo a análise, é que a piora financeira force o Banco Central a elevar a taxa básica de juros. Para evitar uma recessão, o governo precisará apresentar uma forte guinada na condução da economia.
Tensão no mercado com vitória de Lula, dólar, Ibovespa, mais agenda e pílulas da economia 26.10
O mercado financeiro reagiu positivamente à vitória de Lula, com o dólar recuando para R$ 4,99 e o Ibovespa avançando para 205.083 pontos nesta segunda-feira. Enquanto isso, as ações brasileiras negociadas no exterior apresentaram queda acentuada, sinalizando uma possível divergência na reação dos investidores internacionais antes da consolidação dos dados internos. O Tesouro Nacional divulgou os números da dívida pública federal de setembro, e o Banco Central publicou o relatório Focus com as novas projeções para a economia do país. O preço do petróleo caiu 1,5%, embora o barril permaneça cotado acima dos US$ 115, e a FGV lançou a Sondagem do Consumidor para medir o ânimo das famílias. No cenário trabalhista, a Fiergs reuniu sindicatos para debater o fim da jornada de seis por um e a redução da carga horária nas indústrias gaúchas. Para o cidadão comum, a estabilidade cambial pode ajudar a conter a alta de preços em produtos importados e eletrônicos nas prateleiras das lojas. A agenda econômica continua intensa com a divulgação da balança comercial e da pesquisa de intenção de consumo da CNC, que devem definir os próximos movimentos do mercado.

