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Thymos prevê queda média de 2% nas contas de luz em 2027
Thymos prevê queda de 2% nas tarifas de energia em 2027, com alívio concentrado no Sul e no Sudeste
Key points
- No Sul, a queda projetada é de 7,59%, associada a um respiro de cerca de R$ 3,5 bilhões nos acertos financeiros entre 2026 e 2027.
- No Nordeste, a alta projetada de 9,58% vem do aumento nos custos de compra de energia e de distribuição.
- No Norte, a previsão de aumento de 1,29% reflete maior gasto com compra de energia e distribuição.
Why it matters. Consumidores do Norte e do Nordeste devem enfrentar tarifas mais altas em 2027, enquanto o Sul e o Sudeste devem ter alívio na conta de luz.
A consultoria Thymos Energia projeta que a média nacional das tarifas recue cerca de 2% em 2027, mas o alívio será desigual entre as regiões. No Sul, a queda deve ser de 7,59% e no Sudeste de 5,14%, enquanto Norte e Nordeste terão alta de 1,29% e 9,58%. No Sudeste, o principal motivo é a retirada de cobranças temporárias de 2026, com alívio perto de R$ 8,5 bilhões.
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Thymos prevê queda média de 2% nas contas de luz em 2027
Mudanças nos custos da energia de Itaipu está entre os fatores que devem contribuir para a redução do preço Foto: Joédson Alves/Agência Brasil - 01/01/2025 As tarifas de energia elétrica devem ter redução de cerca de 2% na média nacional em 2027, segundo projeções da consultoria Thymos Energia. No entanto, nem todos os consumidores brasileiros sentirão alívio na conta de luz. A queda ficará concentrada nas regiões Sul, com baixa de 7,59%, e Sudeste, com recuo de 5,14%, enquanto no Norte e no Nordeste a perspectiva é de alta, de 1,29% e 9,58%, respectivamente. O Centro-Oeste tende à estabilidade (-0,66%). PUBLICIDADE Entre os fatores que devem contribuir para a baixa da média geral da tarifa estão a diminuição de alguns encargos, destinados a financiar obrigações do setor elétrico, como o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) e mudanças nos custos da energia de Itaipu e das usinas nucleares de Angra. Para algumas regiões do País, o efeito dessa combinação de medidas perdeu força em virtude do aumento de outros gastos. No Nordeste, por exemplo, onde a alta projetada é de 9,58%, a pressão vem do aumento nos custos com a compra de energia e com as despesas de distribuição. Parte do aumento reflete o fim de medidas temporárias que ajudaram a conter os reajustes em 2026, como o adiantamento do recurso de uso de bem público (UBP) de determinadas hi.