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TSMC busca alternativas à China para suprimento de terras raras

TSMC busca alternativas a componentes de terras raras para reduzir a dependência de suprimentos da China.

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Pontos principais

  • TSMC consultou fornecedores sobre o uso de motores sem terras raras em equipamentos de automação industrial.
  • A China implementou no ano passado a exigência de licenças para exportação de materiais de terras raras e ímãs.
  • O ITRI planeja estabelecer em até três anos uma produção de terras raras para suprir 50% da demanda de Taiwan.

Por que importa. A dependência de minerais críticos chineses é uma vulnerabilidade que poderia interromper a produção global de chips avançados para data centers e sistemas de IA.

Atualizado Fontes: Redir

A TSMC avalia em Taiwan e Singapura a substituição de componentes de terras raras em equipamentos de fábrica para mitigar riscos de exportação da China. A empresa consultou fornecedores sobre motores sem esses materiais para evitar interrupções em chips de IA, defesa e smartphones. O governo de Taiwan, via ministro Kung Ming-hsin, apoia o ITRI para criar em três anos uma linha-piloto que atenda 50% da demanda interna.

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TSMC busca alternativas à China para suprimento de terras raras

A TSMC, maior produtora de chips do mundo, está analisando opções fora da China para a aquisição de terras raras. A medida visa garantir a resiliência da cadeia de suprimentos diante de tensões geopolíticas crescentes. Esses minerais são essenciais para a fabricação de componentes eletrônicos de alta precisão. A empresa busca parcerias com outros países mineradores para diversificar a origem da matéria-prima.

Japão teme esgotar estoques de terras raras por restrições da China

O Japão está a meses de esgotar seus estoques de ítrio, metal essencial para a produção de componentes eletrônicos e tecnologias de ponta, segundo alerta divulgado nesta terça-feira. A escassez é consequência direta das restrições de exportação impostas pela China, que domina o mercado global de terras raras. O governo japonês pediu às empresas que diversifiquem fornecedores e acelerem programas de reciclagem de minerais estratégicos. Tóquio também busca parcerias com outros países produtores, como Austrália e Estados Unidos, para reduzir a dependência chinesa. A crise expõe a vulnerabilidade das cadeias de suprimento asiáticas diante de tensões geopolíticas.

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