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Dia 30 é logo ali: o que acontece com quem opera cripto e não for autorizado pelo BC?

Dia 30 é logo ali: o que acontece com quem opera cripto e não for autorizado pelo BC?

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Pontos principais

  • O prazo de 30 de outubro é o limite para empresas de criptoativos solicitarem licença como PSAV ao Banco Central.
  • Empresas que perderem o prazo ou tiverem o pedido negado deverão encerrar as atividades e devolver os saldos aos clientes.
  • Operar no sistema financeiro sem a devida autorização do Banco Central é considerado crime.

Por que importa. O encerramento de operações sem licença pode afetar clientes de criptoativos no Brasil e gerar potenciais disputas judiciais no mercado.

Atualizado Fontes: Exame

Empresas que operam com criptoativos no Brasil têm até 30 de outubro para solicitar licença de prestadora de serviços de ativos virtuais junto ao Banco Central. Segundo Tiago Severo, sócio do Panucci, Severo e Nebias Advogados, quem perder o prazo ou tiver o pedido negado deverá encerrar atividades e devolver saldos aos clientes. Operar sem a regulamentação é considerado crime.

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Dia 30 é logo ali: o que acontece com quem opera cripto e não for autorizado pelo BC?

O prazo do dia 30 de outubro é o limite para que toda empresa que opera com criptoativos no Brasil entre com pedido de licença junto ao Banco Central para se tornar uma prestadora de serviços de ativos virtuais (PSAV) . No entanto, faltando menos de duas semanas para o deadline, ainda há dúvidas sobre o que acontece com quem não obtiver a licença e quem está dispensado da autorização. Em entrevista à EXAME , Tiago Severo, sócio do Panucci, Severo e Nebias Advogados, explicou que quem perder o prazo por qualquer motivo e não conseguir fazer o protocolo do pedido de licença terá seu processo arquivado e precisará parar de operar. Ou seja, a empresa que tiver seu pedido negado ou não apresentar a tempo terá que alertar seus clientes e o BC sobre o encerramento das atividades e devolver todo o saldo dos clientes . Se não fizer isso, estará operando no sistema financeiro de forma não regulada, o que é crime . Judicialização no mercado de criptoativos é possível Mesmo assim, Severo considera que a situação não vai acabar por aí e pode ser judicializada em alguns casos. Em especial por parte de players que fizeram todo o processo corretamente e enviaram o pedido, mas deixaram de ficar em conformidade com algum requisito do BC. "Se a empresa, por exemplo, não conseguiu demonstrar base de cliente ou não moveu os clientes internacionais para o Brasil a tempo. Ela pode decidir apelar para.

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