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Fundos de pensão reduzem alocação em ações de 34% para 4,7% desde 2013
Fundos de pensão reduzem alocação em ações de 34% para 4,7% desde 2013, aponta pesquisa da Abrapp com a Itajubá.
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Pontos principais
- Renda variável caiu de 34% para 4,7% das carteiras dos fundos de pensão desde 2013, segundo a pesquisa.
- Investimentos no exterior lideram as intenções de aumento de exposição e estão em 84% das políticas de investimento.
- Em dezembro de 2025, a renda fixa concentrava 86% dos ativos das entidades, com maioria em títulos públicos.
Por que importa. A mudança na composição das carteiras dos fundos de pensão pode afetar a demanda por ações e títulos públicos, além de influenciar a alocação de recursos no exterior.
Pesquisa da Abrapp com a Itajubá Investimentos mostra que os fundos de pensão pretendem ampliar a fatia em ações nos próximos três anos, após a renda variável encolher de 34% para 4,7% das carteiras desde 2013. Os investimentos no exterior lideram as intenções de aumento de exposição, segundo o levantamento apresentado em congresso em São Paulo. Em dezembro de 2025, a renda fixa concentrava 86% dos ativos das entidades participantes.
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Fundos de pensão reduzem alocação em ações de 34% para 4,7% desde 2013
Os fundos de pensão brasileiros reduziram drasticamente a exposição à renda variável nos últimos 13 anos, segundo pesquisa da Abrapp em parceria com a Itajubá. A alocação em ações caiu de 34% para 4,7% das carteiras desde 2013. Apesar da intenção de ampliar a fatia em Bolsa nos próximos três anos, os investimentos no exterior seguem à frente nas prioridades. O levantamento aponta que 84% das políticas de investimento já contemplam ativos internacionais. A mudança reflete a busca por diversificação e menor volatilidade após anos de juros elevados no Brasil.
Sources
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